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De acordo com pesquisa do Dieese divulgada nesta segunda-feira, custou aumentou em 17 de dez capitais brasileiras, mas apresentou queda em comparação com o mesmo mês do ano passado.
Os preços dos produtos considerados essenciais cresceram em dez de 17 capitais brasileiras, segundo pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) nesta segunda-feira (dia 8 de fevereiro). Açúcar, arroz, carne e pão foram os principais responsáveis pelo aumento. Em Belo Horizonte (-3,87%), Brasília (-3,49%) e São Paulo (-1,39%) os preços apresentaram as maiores quedas. Os maiores aumentos ocorreram em Goiânia (4,61%), Salvador (1,43%) e Florianópolis (1,1%). Na comparação com o mesmo mês de 2009, todas as 17 cidades tiveram diminuição no custo da cesta básica. As maiores quedas ocorreram em Belo Horizonte (-11,35%) e Goiânia (-9,38). Porto Alegre segue como a cidade mais cara, onde o conjunto de produtos essenciais custa R$ 236,55. São Paulo apresentou o segundo maior valor (R$ 225,02), seguido por Vitória (R$ 217,20) e Manaus (R$ 216,53). Segundo o Dieese, os menores valores foram em Aracaju (R$ 169,13), João Pessoa (R$ 171,97) e Recife (R$ 172,29). O açúcar teve aumento em 16 capitais, o arroz subiu em 12, enquanto a carne e o pão (dois dos itens com maior peso na cesta) subiram em dez capitais. Em Curitiba, o preço do pão teve acréscimo de 3,17%, conforme a pesquisa. Já o tomate ficou mais barato em 15 capitais, o óleo de soja em 13, e o café em 10.
De acordo com o Dieese, o salário mínimo para suprir as despesas mensais de uma família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, deveria ser de R$ 1.987,26 - 3,9 vezes o valor do atual mínimo, de R$ 510.
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