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Greve geral - Minas Gerais vive dia histórico

09/05/2017

Ato público com 150 mil pessoas une centrais sindicais, movimentos sociais, populares e igrejas em Belo Horizonte

Escrito por: Rogério Hilário

Minas Gerais viveu um dia histórico nesta sexta-feira, 28 de abril. Trabalhadoras e trabalhadoras dos setores público e privado, do campo e da cidade,  aderiram à Greve Geral e  realizaram mais de 60 atos públicos e manifestações na capital e no interior contra as reformas da Previdência, trabalhista e a terceirização. Apesar da forte chuva que atingiu a cidade durante toda a manhã, 150 mil pessoas foram as ruas de Belo Horizonte contra a pauta golpista em um protesto que uniu as centrais sindicais, movimentos sociais, populares e estudantis e as igrejas. Com sombrinhas, guarda-chuvas, capas, ou que tinham para se proteger, os manifestantes se concentraram na Praça da Estação e depois seguiram para a Praça Sete, onde se uniram com outras categorias, movimentos sociais, populares e estudantis por volta das 11 horas.

Antes, ainda de madrugada, houve trancaços em rodovias do Estado, realizados pelo Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), MST e trabalhadoras e trabalhadores, paralisações de estações e garagens de ônibus e bloqueios nas portarias de fábricas.

“Minas Gerais viveu, hoje, a maior greve de que as gerações presenciaram. Fomos às ruas, reunimos mais de 150 mil pessoas, neste ato que uniu as centrais, os movimentos populares, as igrejas. Os metroviários contribuíram, parando totalmente o metrô. Os rodoviários foram às garagens e paralisaram o transporte coletivo. E, neste dia, eu quero dar um salve especial às mulheres de luta, que estão aqui. Que continuem firmes na luta.  Este 28 de abril é o primeiro de muitos outros de greve geral que faremos para barrar as reformas. Não podemos voltar ao trabalho, na terça-feira como se tudo fosse normal. Estamos diante de um golpe, de uma ruptura e não podemos descansar enquanto não for restaurada a democracia. O enfrentamento permanecerá.  Fora, Temer. Diretas, já. Viva a classe trabalhadora. Viva o 28 de abril”, disse a presidenta da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG), Beatriz Cerqueira, que fez uma saudação a todas as categorias que pararam e que estavam representadas no ato.

A presidenta da CUT/MG  também  comandou um protesto contra os deputados federais mineiros que foram favoráveis ao projeto de reforma trabalhista e aprovaram a terceirização irrestrita. A cada nome citado, todos gritaram “fora”. 

Quadro de GREVE GERAL 28 DE ABRIL - CUT Minas Gerais

 1. Trabalhadores/a em educação da rede estadual - escolas estaduais, Superintendências Regionais de Ensino e Órgão Central da SEE (Sind-UTE);

 2.  Trabalhadores/as eletricitários/as  da Cemig  (Sindieletro MG, base estadual);

 3.  Trabalhadores/as da saúde (Sind-Saude, base estadual);

 4.  Trabalhadores/as da Copasa (Sindágua, base estadual);

 5.   Trabalhadores/as metroviários/as (Sindimetro, o serviço de metrô não funcionará no dia 28, em nenhum horário)

 6.  Servidores técnico-administrativos da UFMG, UFVJM, Institutos Federais e CEFET (SINDIFES);

 7.       Rede Municipal e rede particular de Juiz de Fora (Sinpro JF)

8. Trabalhadores/as bancários/as de Belo Horizonte e região (Sindicato dos Bancários de BH e região, filiado a Fetrafi);

9.  Servidores Municipais de Belo Horizonte (Sindibel);

10. Trabalhadores de transporte urbano de Juiz de Fora (Sittro)

11. trabalhadores no Comércio de Uberlândia e Araguari (Secua)

12. Trabalhadores/as Bancarios/as de Juiz de Fora e região (Sindicato dos Bancários JF filiado a Fetrafi;

13. Trabalhadores/as Bancários/as  de Patos de Minas (Sindicato dos Bancários filiado a Fetrafi);

14. Trabalhadores/as Bancários de Ipatinga e região  (Sindicato dos Bancarios filiado a Fetrafi;

15. Trabalhadores/as bancários/as de Uberaba (Sindicato dos Bancários filiado a Fetrafi);

16. Trabalhadores/as Bancários/as de Caraguases (Sindicato dos Bancários, filiado a Fetrafi);

17. Trabalhadores/as bancários/as de Divinópolis (Sindicato dos Bancários filiado a Fetrafi);

18. Trabalhadores/as Bancários/as de Teofilo Otoni (Sindicato dos Bancários, filiado a Fetrafi);

19. Trabalhadores/as dos Correios (Sintect, base estadual);

20. Trabalhadores do Senalba (base estadual)

21. Psicólogos (Sindicato de base estadual)

22. Economistas (Sindicato de base estadual)

23. Trabalhadores Vigilantes de Uberlândia (SINDEESVU)

24. Aeroportuários (SINA)

25. Trabalhadores/as do Transporte Urbano de Uberlândia (SINTTRURB)

26. Trabalhadores/as da Alimentação de Uberlândia (STIAU)

27. Trabalhadores fumageiros de Uberlândia (Sintraf)

28. Trabalhadores/as da Telecomunicação (base estadual, Sinttel)

29. Trabalhadores da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sindsema, base estadual);

30. Trabalhadores do sindicato dos tecelões de Montes Claros;

31. Trabalhadores da Emater;

32. Trabalhadores da Embrapa;

33. Trabalhadores da Construção civil de Juiz de Fora

34. Metalúrgicos de Juiz de Fora e região

35. Servidores/as  Públicos/as de João Monlevade, de Belo Oriente, de Santana do Paraíso, Dom Joaquim, Itaipé, Morro do Pilar, Ladainha, Montes Claros, Lavras, Campo Belo, Candeias, de Timóteo (Sinsep), de Coronel Fabriciano (Sintmcelf), de Ipatinga (Sindserpi), Santana do Deserto.

36. Sindicato dos Radiologistas de Montes Claros

37. Petroleiros (Sindpetro MG)

38.Metalúrgicos de Pouso Alegre e região

39.Metalúrgicos de Belo Horizonte e Contagem

40. Trabalhadores assalariados rurais articulados através da Adere

41. Sindicatos dos trabalhadores da Agricultura Familiar articulados pela FETRAF (Federação dos trabalhadores e das trabalhadoras da Agricultura Familiar): Orizânia ,Divino, Santa Margarida, São João, vermelho novo, Simonésia, Santana, Mantimento, Espera Feliz, Tombos, Caparaó, Catas Altas, Alvinópolis, Pedra Dourada;

42. Servidores federais articulados pelo Sindsepe:  Cnen Cultura, Ibran, Iphan, Saúde, INSS, Fazenda, Incra, Agricultura,  AGU,  SPU, Universidade Federais, Escolas Técnicas,  Receita Federal,  Incra;

43. Trabalhadores/as no ramo da Alimentação de Montes Claros;

44. Universidade de Montes Claros (Adunimontes)

45.Servidores da Secretaria do Estado do Meio Ambiente (Sindsema)

46. Trabalhadores Vigilantes do Norte Minas;

47.  Redes municipais de educação de Minas Novas, Turmalina, Veredinha, Carlos Chagas, Nanuque, Serra dos Aimorés, Felício dos Santos, Gouveia, Datas, Itaobim, Porteirinha, Janaúba, Uberaba, Montes Claros, São João da Ponte, São João Del Rei, Tiradentes, Santa Cruz de Minas, Esmeraldas, Jaíba, Verdelândia, Piedade Gerais, Crucilândia, Rio Manso, Brumadinho, Tocantins, Rodeiro, Guidoval, Dores do Turvo, Guricema, Visconde do Rio Branco, Leopoldina, Capinópolis, Canápolis, Centralina, Cachoeira Dourada, Ipiaçu, Muriaé, Ribeirão das Neves, Lagoa Santa, Monte Azul, Betim, Contagem, Igarapé, São Joaquim de Bicas, Mário Campos, Sarzedo, Presidente  Kubistchek, Guapé, Conselheiro Lafaiete, Almenara, Bandeira, Jequitinhonha, Jacinto, Rios do Prado, Jordânia, Pedra Azul, Santa Maria do Salto, Papagaios, Augusto de Lima, Maravilhas e Matozinhos, Buritizeiro, Pirapora, Jequitaí, Várzea da Palma, Varginha, Leme do Prado, Inimutaba, Amparo do Serra, Cajuri, Coimbra, Canaã, São Miguel do Anta, Teixeiras, Viçosa, Frutal, Iturama, Belo Vale, Coronel Murta, Itaguara, São Francisco, Varzelândia, Bocaiúva, Sete Lagoas , Inimutaba, Prudente de Morais, Capim Branco, Cordusburgo, Paraopeba ,Funilandia, Pompeu, São Tomaz de Aquino, São Sebastião do Paraíso, Ritápolis, Carandaí, Belmiro Braga, Virginópolis, São José do Divino, Nova Belém,  Naque, Governador Valadares, Uberlândia, Jampruca, Caxambu, Divisópolis, Belo Oriente, Ipatinga, Bia, Passos, Itaú, Fortaleza de Minas, Piumhi,  São João Batista do Glória, Tupaciguara, Araçuaí, Ribeirão Vermelho, Lavras, Cláudio, Diamantina.

 48. Trabalhadores do transporte rodoviário de Belo Horizonte e região metropolitana (Sindicato dos Rodoviários, filiado a Nova Central).

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