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Milhares protestam contra reformas e terceirização no 1° de Maio, em Contagem

10/05/2017

CUT/MG, sindicatos CUTistas e movimentos sociais participam de ato na 41ª Missa do Trabalhador

Escrito por: Rogério Hilário

A Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT/MG), representada pelo secretário-geral Jairo Nogueira Filho, por dirigentes e militantes dos sindicatos CUTistas, os movimentos sindical, sociais e populares levaram as lutas contra as reformas da Previdência, trabalhista  e a terceirização em ato realizado durante a 41ª Missa do Dia Internacional do Trabalhador, na manhã de segunda-feira, 1° de maio, na Praça da Cemig, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Mais de cinco mil pessoas, que estiveram na celebração organizada pela Igreja Católica, foram convidadas para participar da luta contra a pauta do governo ilegítimo e golpista de Michel Temer, que retira direitos e conquistas históricos da classe trabalhadora e de todo o povo brasileiro.

Cartazes, faixas e discursos de dirigentes sindicais durante o ato que antecedeu a missa demonstraram toda a insatisfação da população contra as reformas do governo que estão retirando direitos históricos e acabando com a aposentadoria dos trabalhadores brasileiros.

“Nossa bandeira neste ano são as reformas e a lei da terceirização. O trabalhador não vai mais se aposentar e ainda perder todos os direitos que conquistamos na CLT.  Direitos conquistados com muito sacrifício ao longo de mais de 70 anos por nossos antepassados estão sendo, hoje, jogados na lata do lixo por este governo golpista, ilegítimo. Não há outro caminho a seguir. É preciso reagir, sair às ruas e mostrar a força dos trabalhadores. Vamos dizer Não a Terceirização! Não à reforma Trabalhista! Não à reforma da Previdência! Fora, Temer! Eleições diretas, já!”, afirmou Geraldo Valgas, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Belo Horizonte, Contagem e Região e coordenador do ato.

Geraldo Valgas anunciou que, nesta quarta-feira (3), às 18 horas, as centrais sindicais e movimentos sociais, populares e estudantis vão avaliar a Greve Geral da última sexta-feira (28 de abril), a maior do Estado, e articular as próximas lutas em reunião na sede do Sindicato dos Metalúrgicos – rua Camilo Flamarion, Bairro Jardim Industrial, Contagem. Na sexta-feira (28), mais de 150 mil pessoas foram ás ruas de Belo Horizonte e trabalhadoras e trabalhadores de todos os setores – público e privado, do campo e da cidade -  pararam Minas Gerais.

“Continuaremos nos ruas para lutar por nossos direitos e conquistas. Não vamos deixar que joguem nossas aposentadorias e a CLT no lixo. Fizemos a maior greve no Estado na sexta-feira e faremos quantas greves gerais forem necessárias contra as reformas e a terceirizações”, disse Leopodino Ferreira de Paula Martins, do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais (Sindipetro-MG).

“Não vamos aceitar  que a CLT seja rasgada, não vamos aceitar o fim das aposentadorias, não vamos aceitar a terceirização ou a retirada de direitos e conquistas. Nenhum direito a menos.  Na sexta-feira, com a greve geral, reafirmamos nossa capacidade de resistência e, com a união, comprovamos a nossa força. E seguiremos nas ruas. Viva os trabalhadores e as trabalhadoras”, afirmou Marco Antônio de Jesus, presidente da Federação Estadual dos Metalúrgicos de Minas Gerais (FEM-CUT/MG).

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