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Ocupações contra PEC 241 e retirada de direitos se multiplicam em Minas Gerais

18/10/2016

Estudantes secundaristas e universitários e Frente Brasil Popular organizam movimentos em defesa da educação pública

Escrito por: Rogério Hilário

Estudantes secundaristas resistem e pressionam com a ocupação no Colégio Estadual Central, em Belo Horizonte, contra a PEC 241. A "Deforma" do Ensino Médio (PEC 746) e a outras retiradas de direitos pelo governo golpista. Ao mesmo tempo outras escolas estaduais da capital se espelham e já planejam assembleias para novas ocupações. No local está havendo diálogo com a comunidade escolar sobre a ocupação pra compreensão e mobilização  para o movimento.

O movimento de ocupação, que já atinge mais de 650 estabelecimentos de ensino em todo Brasil, cresce e se espalha pelo interior de Minas Gerais. Na manhã desta terça-feira (18), mais de 2 mil estudantes ocuparam as escolas estaduais José Ignácio Paes Leme e Américo Renê Gianetti, em Uberlândia, em protesto contra PEC 241, a Reforma do Ensino Médio e o Projeto de Lei Escola sem Partido (Lei da Mordaça).  Eles demontraram sua força e organização frente às medidas de retrocessos tomadas pelo governo golpista de Michel Temer e de seus parceiros.

Também nesta terça-feira (18), o grêmio e outros movimentos sociais e estudantis ocuparam a Escola Estadual David Campista, em Poços de Caldas, no Sul de Minas, contra o golpe, a PEC 241 e o desmonte da educação pública. A escola é a primeira na região a ser ocupada contra as medidas adotadas recentemente, e pode servir de exemplo para todos e todas as secundaristas de Minas Gerais.

Na Zona da Mata, estudantes ocupam o prédio administrativo principal da Universidade Federal de Viçosa contra a PEC 241 e consequente sucateamento da Educação e Saúde públicas, contra o projeto Escola Sem Partido, a Reformulação do Ensino Médio e a diminuição das vagas nas Universidades Públicas. Eles exigem posicionamento oficial da Universidade contra esses ataques à educação e saúde públicas. É a segunda universidade mineira ocupada.

Houve também paralisação no campus do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) contra as medidas golpistas na educação. Frente Brasil Popular do Vale do Jequitinhonha e Fórum do Vale se somaram nesta luta.

 

 

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